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É necessário tratar da ansiedade quando há algum tipo de sofrimento associado, ou ainda em momentos… mais

Tem sido cada vez mais comum os pacientes chegarem ao consultório indicados por psiquiatras que diag… mais

Os novos arranjos familiares, ou os desafios que enfrentam os arranjos ditos convencionais, pedem um… mais

Um dos estados mais incompreendidos, a depressão é marcada por uma mudança em como a vida é sentida… mais

O amor e a relação com os outros estão na raiz do pensamento psicanalítico. As relações de objeto co… mais

O desafio de encontrar arranjos inconscientes que de alguma forma determinam ações e afetos é propor… mais

É preciso respeitar o medo e a fobia de quem se apresenta no consultório. O medo é um instinto evolu… mais

O estudo da psicanálise começou em 2002 com cursos no Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. Em 2008, ali conclui Extensão Universitária em Clínica Psicanalítica: Conflito e Sintoma, para em seguida iniciar grupos de estudos da obra de Sigmund Freud, sendo o mais extenso deles sob orientação da professora Noemi Moritz Kon, por sete anos.
O mestrado, defendido pelo Instituto de Estudos da Linguagem (Unicamp) em 2013, baseou-se no instrumental psicanalítico para focar o sujeito em sua relação com o ambiente e os grupos.
No Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo, integro a Rede de Pesquisa Sobre as Psicoses e a Rede de Pesquisa Corpo, Arte e Tecnologia.

O atendimento é procurado geralmente por motivos como perda de intimidade, falta de diálogo na relaç… mais

O atendimento familiar é procurado geralmente por um membro da família que identifica conflitos e di… mais

A criança geralmente chega à clínica por indicação dos pais, cuidadores, escola ou conviventes, que… mais

O adolescente demanda atendimento muitas vezes referente a relacionamento com os pais, cuidadores, e… mais

Ser adulto é uma definição cada vez mais difícil, geralmente relacionada à assunção de responsabilid… mais
Um psicanalista é treinado para buscar na fala de seu paciente, em suas escolhas, silêncios, senso de humor, sintomas, atos falhos e relatos de sonhos — as manifestações do inconsciente.

O local das sessões é geralmente um consultório com poltronas e divã, silencioso, isolado e o mais c… mais

Desde a pandemia de Covid-19, os psicanalistas têm atendido com mais frequência e debatido o atendim… mais
Estimulada por Carl Gustav Jung e Melanie Klein como um dispositivo para o tratamento psíquico, pensada por Freud e Lacan como uma sublimação ao sofrimento, a arte sempre foi um canal, consciente ou não, para a conexão e a gestão dos afetos.
Num ateliê terapêutico, o paciente será convidado a se expressar de modo não necessariamente verbal, por meio de técnicas que se baseiam nos dispositivos do trabalho artístico. Pintura, desenho, colagem, teatro, literatura, cerâmica, música e muitas outras técnicas são utilizadas como canais nos quais o inconsciente busca novos caminhos para realizar-se.
No encontro com o que o paciente produz, na forma como ele habita sua produção, ele experimenta o desafio do novo, pode localizar afetos que não havia percebido, mas que apontam caminhos para saber de si.
Arteterapeuta formado pela Pós-Graduação da Universidade Paulista, trabalho com a técnica no meu ateliê terapêutico e em centros de referência como o Centro de Apoio ao Deficiente Audiovisual (Cadevi) e o Instituto Casa do Todos.
Minha formação e minha experiência na psicanálise de Freud e Lacan contribui para aprofundar e dar uma dimensão pessoal ao trabalho com os dispositivos da arteterapia.
Deixei respostas para as dúvidas mais comuns. Caso haja dúvidas que não estejam aqui, entre em contato.
As primeiras sessões, que chamamos de "entrevistas", servem para que o paciente entenda como é o método de trabalho do analista e perceba se isso o agrada, assim como para que o analista avalie se tem condições de ajudar o paciente nas demandas que ele traz.
Ao contrário do que muitos pensam, o analista interage, acolhe e tem empatia pelo paciente, e suas falas e interpretações acontecem de acordo com a necessidade de cada caso. Mas será pedido ao paciente que fale, porque é na linguagem que está o conteúdo a ser trabalhado pelo analista.
Depende de cada caso e o quanto de conteúdo cada um tem para trabalhar, pois é sempre um atendimento extremamente focado em cada sujeito. Há métodos que estabelecem prazos, como a psicoterapia breve, e também podem ser estabelecidas avaliações periódicas do trabalho analítico.
É comum que as sessões tenham duração de cerca de 50 minutos, e ocorram uma vez por semana. Porém, não há nada que indique esta periodicidade como uma regra a ser seguida. Isso pode e deve ser combinado em conjunto, de acordo com as demandas apresentadas.
Sim, qualquer fala no consultório é altamente confidencial e segue os padrões éticos rigorosos da profissão. Nenhuma informação compartilhada durante as sessões deixará o local da análise. Essa característica é fundamental para que se estabeleça uma relação de confiança entre analista e analisante.
É importante que o paciente fale tudo o que vier à mente durante a sessão, sem freios ou censura, inclusive sentimentos intensos como raiva, inclusive os direcionados ao analista. Na psicanálise a transferência e a associação livre são fundamentais para o processo terapêutico.
A terapia psicanalítica tem sido benéfica para uma ampla variedade de problemas emocionais. Trata-se de uma técnica altamente individualizada, na qual as soluções serão buscadas em conjunto pelo analista e seus analisantes, com base na experiência de cada um.
Estou pronto para te ajudar. Entre em contato para agendar uma primeira sessão.